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Rafael Dambros

Rafael Dambros

1983 - Caxias do Sul (RS), Brasil

Artista plástico, formado em Produção audiovisual. Artista inquieto viveu no Rio de Janeiro por sete anos onde trabalhou para a Rede Record de Rádio e Televisão. Neste mesmo período, trabalhou como professor de desenho e pintura artística em escolas profissionalizantes e ONGs.

Em 2006 realizou sua primeira exposição individual, intitulada “Efeitos” no RJ, com seus primeiros desenhos em caneta BIC, e em 2011, com a curadoria de Mona Carvalho, realizou a exposição “Olhos nos Olhos” na cidade de Caxias do Sul apresentando desenhos em nanquim. Participou de exposições coletivas: “Qualé o Pente que te Penteia”, inaugurando o Atelier de Daniela Antunes e Rafael Dambros, duas edições  da mostra “Antropolétrico”  no Curinga Bar e Cozinha Contemporânea, e “Vernissage” no Coletivo Labs, além de mostras na Level Cult, Soho Store e participação de uma pintura exclusiva com a temática Brasil Amazônia em uma peça de mobiliário que pode ser conferido no Curinga Bar. Atualmente mora em Caxias do Sul onde segue com inúmeros projetos entre tintas e canetas.

Desenvolveu durante o passar dos anos, um processo de desenho com a caneta BIC, inspirado em outros artistas contemporâneos no qual vem desenvolvendo um trabalho maduro. Além dos seus desenhos, Rafael, trabalha com pintura com referências na POP Arte e nos traços das histórias em quadrinhos da chamada “era de ouro”. Foi com esta pintura viva e provocante que o artista participou da terceira edição do Projeto Circulação da Arte em Caxias do Sul no ano de 2013.

Seu trabalho tem foco na produção de desenhos e bordados como forma de expressão da sexualidade e da identidade LGBTQIA além de criar um espaço para discussão sobre temáticas sociais. Participou de duas edições do Festival Vórtice Cultural, em São Paulo, além de outras exposições importantes no eixo Rio – São Paulo. O trabalho mais marcante do artista foi a exposição Santificados (2018) , que trazia releituras de ícones católicos com linguagens contemporâneas e questionadoras do status social. Essa exposição foi censurada pela prefeitura de Caxias do Sul e reverberou na discussão sobre a liberdade de expressão artística. Atualmente possui obras em acervos particulares e públicos como o AMARP, em Caxias do Sul, e no Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.