1965 - Belém (PA), Brasil
Expôs pela primeira vez individualmente no Museu do Círio, em Belém, e hoje se caracteriza como um grande pesquisador. Em 1996, o artista plástico foi selecionado pela primeira vez para o Arte Pará. Segundo ele, foi a necessidade de querer aprender cada vez mais que o fez chegar tão longe. Já trabalhou com gravuras, serapilheira, caixinhas de remédio, papel kraft, até chegar ao papelão. Gilvan utiliza a técnica mista e suas obras remetem um emaranhado revelador, estabelecendo um fluxo entre linhas e cores. Ele participou de oito exposições premiadas em vários salões de Arte, como o da Marinha, Aeronáutica e Arte Pará, entre outros.