1976 - Belém (PA), Brasil
Pesquisa as poéticas da Amazônia paraense e os materiais, como a bucha de miriti, a tala de jupati, a cuia pitinga e a raiz de mututi. Suas esculturas e instalações exploram as poéticas dos rios, fauna, flora e vida cotidiana em confluência com a maior floresta tropical do mundo. Pesquisa os impactos humanos ao meio ambiente, o garimpo predatório, as crises hídricas e climáticas. Já na sua infância demonstrava habilidades com os desenhos, pinturas e construções de objetos como rabiolas e canoas. Participou de concursos de desenho e foi premiado, então buscou fazer oficinas de arte da Fundação Curro Velho para ter mais conhecimento e habilidades com outras técnicas. Tornou-se oficineiro nas oficinas de pipas e abertura de letras.