1995 - Curralinho, Ilha do Marajó (PA), Brasil
Vive e trabalha entre Belém e Marajó. Sua prática articula muralismo, pintura e criações baseadas em abstrações e na desfragmentação de elementos da cultura popular amazônica. Atuando com cores intensas, formas orgânicas e referências ao cotidiano ribeirinho, Savannah constrói imaginários de resistência e celebração cultural. Sua obra se baseia na experiência periférica e nas cosmologias vívidas dentro dos imaginários ribeirinhos e urbanos da região Norte do Brasil. Para além dos espaços expositivos, desenvolve oficinas e murais em escolas e comunidades, ampliando a presença da arte popular no cotidiano nortista. Participou da exposição “Ling Apresenta: Bárbara Savannah”, no Instituto Ling (Porto Alegre, 2024); da Mostra de Arte e Juventude do SESC Ribeirão Preto (2024/2025); do Salão Arte Pará (2024) e da Bienal das Amazônias (2025).