1949 - Itabuna (BA), Brasil
Em 1980 foi estudar no Istituto Europeo di Design em Roma-Itália. Na volta, fixou residência em Salvador-BA e começou a trabalhar para a imprensa local: primeiro no jornal A Tarde; depois, no Jornal da Bahia. Tornou-se freelancer após esse período e passou a atender a revista Veja Bahia.
Ao retornar a Belém em 1989, desenvolveu trabalhos de documentação com o livro “Iconografia da Pesca Ribeirinha e Marítima na Amazônia”; e, paralelamente, retomou o registro da Feira do Ver-O-Peso e seus mercados, no ano de 2000. Até 2002, em parceria com o jornalista Klester Cavalcanti, Janduari Simões voltou a fotografar para Veja com reportagens sobre a região amazônica. Após esse período, passou a contribuir com diversas revistas tanto brasileiras (Caminhos da Terra, Época, Você S.A, Nossa História, PZZ) quanto estrangeiras (Altair, Espanha; Travessia e Cidades, Portugal). Contribuiu também com o catálogo da exposição Unknown Amazonia do British Museum, Inglaterra.
Em 2019, voltou a participar do Prêmio Diário de Fotografia Contemporânea a convite da curadoria do Prêmio numa coletiva com artistas de outras edições no Museu da Universidade Federal do Pará (MUFPa).